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2
AMBIENTE, ALOJAMENTO E MANEJO DE
ANIMAIS
Sao essenclals ao bem-estal dos animals, a qualldade dos dados de
pesqulsa e dos programas de enslno ou testes em que se utillzam anlmais,
bem como a saude e seguranca das pessoas neles envolvldas as condicbes
de alojamento e das instala:6es dos animals. Um bom programa de
gerenclamento estabelece amblente, condlc6es de alojamento e culdados
que permltem aos animals crescer, desenvolver-se e reprodozlr-se em
perfelto estado de saude; prove seu bem-estar e mlnlmlza as varlacbes
que possam afetar os resultados das pesquisas. E como algumas praticas
dependem de fatores que sao peculiares a determlnadas lnstltulcbes e
sltuacbes, deve-se contar com pessoas bem treinadas e motivadas para
real lzar um trabalho de quall dade co m os an imals , mesmo em lnsti tuic6es
que nao o ferecem as co ndic6 es ideal s no q ue se refere a equipamentos e
lnstalacbes.
Ao se elaborar um planejamento sobre amblente, condlcbes de
alojamento e manejo de anlmals os segulntes farores devem ser observados:
· A especie, a linhagem e raca do animal e suas caracter(sticas
indlvlduals, como sexo, ldade, tamanho, comporramento, experlcnclas
plevias e saude.
· A capacldade dos animals de poder constltuir grupos com
lndlvlduos da mesma especle atraves da vlsao, olfato e posslvelmente
contatos, quer os anlmals sejam mantldos lsolados ou em grupos.
· O projeto e as condlcbes de construcao do aloJamento.
· A dlsponlbllldade ou convenlencla de enriquecimento ambiental.
· Os objetivos do projeto e o delineamento experimental (por
exemplo, producao, reproducao, pesquisa, testes e ensino).
· A intensidade da manipulacao animal e do grau de lnvasao dos
procedlmentos realizados.
· A presenca de materlais perigosos ou causadores de doenca.
· A duracao do periodo de contencao do animal.
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2s - Manual sobr-e Cuidados e Usos de Animais de taboratorio
Os animais devem ser alojados com o prop6sito de maximizar os
comportanrentos espec(ficos da especie e de rninimizar os cornportamentos
individuais de estresse dos animais. Para especies sociais isto requer alojar
os animais em pares ou em grupos compativeis. Sobre a forma de alojar o
mais adequadamenre os animais, devem-se consultar pessoas responsaveis
sobre cuidados animal, e ainda solicitar ava iasao e aprovafao da Comissao
(IACUC). As decisbes tomadas pela Comissao, juntamente com o pesquisador
e com o medico-veterinario, devem visar aos mais altos padrdes de saude e
conforto das especies e ser compatlveis com os objetivos da pesquisa. Apbs
as decisbes tomadas, devem ser feitas avaliasbes dos objetivos para reforsar a
adequasao do ambiente, da produsao e do manejo dos animais.
Os locais onde se mantem animais devem ser adequados a especie, ao
seu histbrico e aos objetivos de seu uso. Para algumas especies, e aconselhavel
imitar seu ambiente natural para fins de reprodusao e manutenSao Convem
tambem solicitar orientasbes especializadas no caso de exigencias especificas
relacionadas com o experimento ou com os animais (por exemplo, uso de
agen tes p eri go so s , estudo s de co m p o rtam e n to e de an i mai s i m uno dep ri m i d o s ,
animais de fazenda e especies de laboratGrio nao-tradicionais).
Nas seq6es seguintes apresentam-se algumas corrsiderasoes acerca
do ambiente flsico em pesquisa de animais mais comumente utilizados a
seguir.
AMBIENTE FlSiCO
Micro e Macroambientes
O mieroambiente diz respeito ao espago flsico imediatamente
pr6ximo ao animal: o recinto primario, com sua temperatura prdpria,
umidade e composisao de gases e particulas do ar. 0 macro am bien re
refere-se ao ambiente fisico secundario - como por exemplo, a sala, o
estabulo ou o hlbitat externo. Embora ambos os recintos (macro e
microambientais) sqam ligados pela ventilacao entre os recintos primario
e secundario, o ambiente no recinto primario pode ser bem diferente do
secundario, e sofre influencia pelo desenho dos dois recintos.
M ens urar as caracte r(sticas do micro am b iente pode ser dificil em
recinros primarios pequenos. Segundo dados dispon(veis, pode-se afirmar
oue a rernneratura, a umidade e as concentracbes de gases e material
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2 - Ambientes, Condlgoes de Alojamento e Manejo de Animals - 29
particulado geralmente sao mais altas no micro do que no macroambiente
animai (Besch, 1980; Flynn, 1959; Gamble e Clough, 1976; Murakami,
1971; Serrano, 1971). Sabe-se que as condis6es do microambiente podem
induzir mudansas nos processos metab61icos e fisiol6gicos ou alterasbes
na suscetibilidade as doensas (Broderson et al., 1976; Schoeb et al.,
1982i Vesell et al., 1976).
Alojamento
Reartos Pnm~rios
O recinto primario (geralmente gaiola, cercado ou esrabulo)
limita-se ao ambiente imediato do animal. Sao considerados recintos
primarios satisfatbrios aqueles que permitem:
· A realizasao das necessidades fisiol6gicas e comportamentais
normals dos animals, incluindo micsao e defecasao, manutensao da
temperatura corporal, movimentos normais e ajustes de postura e, quando
indlcado, reprodusao.
· A interasao social coespeclfica e desenvolvlmento de hlerarqulas
dentro/ou entre reclntos.
· Que os animals petmanesam limpos e secos (de acordo com as
exigenclas da especle).
· Ventllasao adequada.
· Que os animals tenham acesso a comlda e a agua e facllidade na
colocasao, recolocasao, troca, manutensao e limpeza de bebedouros e
comedouros.
· Um amblenre seguro que lmpesa a fuga ou prlsao acldental de
animals, ou de seus membros, entre superficles opostas ou por aberturas
na estrutura.
· Evltar lesdes aos animals, por nao apresentarem arestas ou pontas
afiadas.
· Que os animals possam ser observados com um minimo de
perturbasao para eles.
Os recinros primarios devem ser construidos com materiais que
posslbllitem atender tanto as necessidades do animal quanto as condisbes
de higiene. Para isso, e necessario que suas superficies sojam lisas e
impermeaveis, com um minimo possivel de arestas, angulos, cantos e
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30 - Manual sobre Cu idad os e usos de Animals de Labora t6t lo
superficies sobrepostas, para lmpedlr o acumulo de sujeira, redazir a
quaoridade de fragmenfos e umldade e facllltar a llmpeza e deslnfeccao.
Devem ser constrmdos com materials reslstentes a corrosao e serem
capazes de suportar o manuselo mals forte sem lascar, rachar ou enferrujar.
Materlais menos duraveis, como a madeira, podem, por exemplo, ser
utillzados em algumas situacbes (como viveiros, cercados e currais
externos), para construlr polelros, escadas, areas de descanso e cercados
para reclntos primarios. Uma vez que a madelra e propfcla a soErer danos
e ser de dificil hlglenlza,cao, objetos feltos com ela devem ser repostos
perlodlcamente.
Os reclntos prlmarlos devem ser maurldos em bom esrado de
conservacao para evltar que os animals sofram lesoes ou fujam. Devem
proporcionar conforto fislco e facllitar a hlgiene e a manutenSao desses
recintos. Equlpamentos enferrujados ou oxidados ameacam a saude e a
seguranca dos anlmais e por lsso devem ser consertados ou substituldos.
Al guns al oj amentos devem p ossu lr equi pamento espec ial de
ventllacao e de galola, lnclulndo galolas com tampas de filtro, galolas
ventlladas, lsoladores e cubiculos. Geralmente, a finalidade desses siste-
mas e a de dimlnuir a possibilidade de disseminaSao de agentes pato-
genlcos por via aerea entre gaiolas ou grupos de galolas. Multas vezes,
esses slstemas exigem praticas de producao diferentes, como altera,cdes
na frequencia de troca de cama, uso de tecnicas assepticas de manipulacao
e rotinas especiais de limpeza, desinfeccao ou esterillzacao, para prevenlr
a transmlssao mlcroblana por outras vias que nao a resplrat6rla.
Apesar de os roedo res serem freq ue nrem ente al oj ados em galolas
com piso gradeado meralico - o que favorece a higiene da gaiola, porque
permite a passagem de &zes e urlna para uma bandeja coletora - algumas
evidencias, no entanto, sugerem a preferencla por alojamento em galolas
com fundo s61ido, com cama (Fullerton e Gilliatt, 1967; Grover-Jonhson
e Spencer, 19gl; Ortmam et al., 1993). Logo, e esse o tipo de alojamento
(em gaiolas com fundo s61ldo e cama) recomendado para roedores. Piso
coberto com vinll e frequentemente usado para outras especies, como
caes e primaras nao-humanos. Sobre esse aspecto do programa sobre
cuidados animal, a revisao feita pela Comissao ( IACUC) assevera que e
preciso assegurar um alojamento que aumente o conforto dos animals
sempre de acordo com boas normas de higlene e com as exlgenclas do
Droieto de nesoulsa.
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2—Arnbientes, Condigoes de Aloiamento e Manejo de Animais - 3l
Alojamento Coberto ou Externo
Alojamentos cobertos ou externos - como estabulos, currais,
pastagens e ilhas - constituem metodos comuns de alojamento primario
para algumas especies e sao adequados para muitas situacbes. Em geral,
os alojamentos externos favorecem a manutencao dos animais em grupos.
Quando os animais sao mantidos em cercados, currais ou outros
recintos externos grandes, deve haver protecao contra temperaturas muito
aitas ou outras condicbes climaticas adversas, e devem existir mecanismos
de protecao e de fuga adequados para os animais encerrados. Estes
3,: objetivos podem ser alcancados por meio de estruturas como quebra-
'b ventos, abrigos, areas sombreadas, areas com ventilasao for,cada, estruturas
dissipadoras de calor ou meios para abrigo em lreas com condisdes
cspecificas, como porcbes inrernas de um cercado. Os abrigos devem ser
acessiveis a todos os animais, possuir ventilacao suficiente e serem
projetados para evitar o acumulo de material excretado e umidade
excessiva. Casas, abrigos, caixas, prareleiras, poleiros e outras estruturas
devem ser construldos com materiais que permitam a limpeza e a
substituiSao quando as estruturas estiverem excessivamente sujas ou
gastas, de acordo com as praricas de producao vigentes.
Os pisos ou as superf(cies ao nlvel do chao dos alojamentos externos
podem ser cobertos com tetra, cama absorvente, areia, cascalho, grama
ou material similar de modo que possam ser removidos ou substituidos
quando se fizer necessario, a fim de assegurar uma higiene adequada. O
acumulo excessivo de excreta dos animais e de agua estagnada deve ser
evitado atraves do uso de superficies arrendondadas ou drenadas, por
exemplo. Outras superficies devem ser capazes de suportar as condicbes
ambientais e serem de facil manutencao.
O manejo bem-sucedido de um aojamento externo depende de
fatores como:
· Periodo de aclimatacao adequado, anterior as mudansas sazonais,
quando os animais forem introduzidos pela primeira vez num alojamento
externo.
· Treinamento dos animais para cooperarem com o medico-
veterinario e com o pessoal de pesquisa e para subirem e descerem rampas
ou enttatem em gaiolas para contencao ou transporte.
· Ambiente social adequado a especie.
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Representative terms from entire chapter:
dos animals
32 - Manr~al sob~e Cui
2:?
2 - Ambientes, Condisoes de Alojamen~o e Manejo de Animais - 33
para os cuidados prc e pbs-nafal, para animais obesos e para alojamentos
individuals ou em grupos). fndlces de desempenho animal como sa(lde,
reprodusao, cresclmento, comportamento, arlvldade e uso de espaso
podem ser usados para avallar a adequasao do alojamento. Como
requlsltos minimos consldera-se que o animal deve ter espaSo suficiente
para se vlrar e reallzar movlmentos corporals normals, para ter acesso a
comlda e a agua, e espaso suficlente com cama llmpa ou livre para se
movlmentar e descansar. Para gatos, convem lnclulr na galola uma
superficle elevada para descanso, o que e tambem lndlcado para caes e
macacos, ou alnda lnclulr polelros. Quando se tratar de areas para
descanso no plso , elas devem ser co ns lderadas co mo p arte do espaso do
plso. Espasos ocupados por comedouros, bebedouros, calxas de llxo ou
outros objetos que nao soiam destlnados para movlmento ou descanso
nao devem fazer parte do espaso do plso.
As necessldades e tlpos de ajustes nos espasos dos reclntos prlmatlos
recomendados na tabela a segulr devem ser aprovados em amblto
lnstltucional pela Comissao (IACUC), e se basear nos resultados de
desempenho como descrlto anteriormenre, com a devida considetasao
dos AWRs e da Pohtica do PHS (ver nota 1). Para isso pode-se soLcirar
ajuda de um profisslonal da area, fazer uma revlsao da llreratura e de
p ratl cas mals co muns, al em de co nsl derar as necessl dades flslcas ,
comportamenrals e socials dos animals e natureza do protocolo e suas
exlgenclas (Crockett er al., 1993, 1995). Avallasao das necessldades de
espaso dos animals deve ser um processo contlnuado e, com o passar do
tempo ou com protocolos de longa durasao, pode ser necessarlo fazer
aj us tes no espaso do p lso e na al tu ra, alem de outras modl fi casoes .
Nao esta dentro do escopo deste Mar~ual dlscutlr as exlgenclas de
alojamento de todas as especles utlllzadas em pesqulsa. Para especles nao
menclonadas aqul, podem-se adotar como prlnclplo a dlstribulsao de
espaso e a altura para um animal de tamanho equlvalente e com um
perfil de atlvldade e comportamento semelhanres. Isso permitira a
realizasao dos ajustes necessarlos, levando-se em consldetasao as
necessldades especlficas da especle e individuals do animal.
Sempre que for possivel, desde que nao sqa contra-lndlcado pelo
protocolo em questao e nao of eresa rlsco indevldo aos animals, os animals
socials devem ser alojados em pares ou em grupos, e nao individuahnente
(Brain e Bentlon, 1979). Alem disso, dependendo de uma variedade de
34 - Manual sobre Culdados e usos de Anl~nals de Laborat6rio
fatores biol6gicos e comportamentais, os animals aloiados em grupos
podem precisar de malor ou menor espaso total por animal do que os
animals alojados individualmente. Nesse sentido, as orienrac6es a seguir
estao baseadas na hip6tese de que se prefere o alojamento por pares ou
em grupos, em lugar do alojamento individual, mesmo quando os
membros desses pares ou grupos tenham menos espaco por animal do
que quando alojados indivldualmente. Por exemplo, cada animal pode
divldir o mesmo espa,co alocado aos animals com os quais esta alojado.
Alem dlsso, alguns roedores ou suinos alojados em grupos compadveis
procuram uns pelos outros e compartllham o espaco da gaiola aninhando-
se juntos ao longo das paredes, deltando-se uns sobre os outros durante
os perlodos de descanso ou agrupando-se em areas de abrlgo (Whlre,
1990; White et al., 1989). Bovinos, ovinos e caprinos demonstram
comportamento de rebanho e buscam associac6es em grupo e contato
flsico direto. Ja alguns outros animals, como varlas especles de primatas
nao-humanos, podem precisar de mais espaco individual quando aloJados
em grupo para reduzir o nivel de agressao.
A altura dos reclntos pode ser importante para o comportamento
normal e para os ajustes de postura de algumas especies. A altura das
galolas deve levar em consideracao as posturas tipicas de cada animal e
proporcionar espaco livre suficiente para os componenres normals de
uma gaiola, como comedouros e bebedouros, incluindo os tubos de
bobedo u ro s . Algum as esp ec l es de pri maras nao -human os precis am de
dimensbes verricais da gaiola em uma proporcao maior do que o piso.
Nesse sentido, a capacidade de se pendurar e o fato de possuir espa,co
vertical suficiente para manter todo o corpo acima do piso da gaiola
aumenra seu bem-estar.
A distrlbulsao de espaco para os animals deve se basear nas tabelas
a seguir, embora, dependendo das necessidades, sqa necessario aumentar
ou diminuir as suas dimensbes, o que requer sempre a aprovacao da
Comissao (IACUC), e de estarem embasados nos criterlos anteriormente
mencionados.
A Tabela 2.1 apresenra a distribuicao de espaco recomendada para
roedores de laboratbrio mais comumente usados e alojados em grupos.
Se a oiados individualmenre ou se excederem os pesos da tabela, havera
necessidade de mais espaco para os animals.
2 - Ambientes, Condlcoes de Alojamento e Mallejo de Anlmais .i5
A Tabela 2.2 apresenta a distrlbuicao de espaco recomendada para
outros animals de laborardrio mals comumenre usados. Esta dlstrlbulcao
se basela, geralmenre, nas necessldades de animals alojados
uldlvldualmente. Nesse caso, e necessario rambem sempre reavallar a
dlstrlbulSao de espaco para melhorar o reclnro prlmarlo OU para acomodar
animals com peso superior aos da rabeia Quando se rrarar de alojamento
em glUpO, nao e preclso, para determinacao do espaco rotal, basear-se
necessarlamente na soma dos valores estipulados para animals aloiados
lndivldualmente. Para isso, ievam-se em conra as necessidades lndlvlduais
da especie, o comportamento, a compatibilidade dos animals, o mlmero
de animals e as razoes para o alojamento dos anlmais.
TABELA 2.1 - Espaco recomendado para roedores de laborarbrio
comumente usados e alojados em grupos.
Animals Peso, g Area do plso/animai,pol2~ A rura,6po
ca nundollgos
- ~; Art 15 6 5
"j, Art 2s i2 5
>25' 215 s
Raros <100 17 7
Ate 200 23 7
Arc 300 29 7
Art 400 40 7
Arc soo GO 7
>50o~ >70 7
~tm~ters <60 i0 6
Are 30 13 6
A[t 100 16 6
>1003 219 6
Cobaias <350 60 7
>35o~ > 1 0 1 7
ara converrer polegadas quadradas em cenclmetros quadrados, mulripliclr por 6,4s
~ Do piso da gaiola ao ropo da gaioia
'Para converrer polcgadas em cenrlmerros, mulriplicar por 2,s4.
~Animais maiores podem exigir mais espago para sarisfazer os modelos de desempenho (ver
rexro)
36 - Manr~al sobrc Cuidados e Usos de Anu~ais de Laboiatoiio
TABELA 2.2 - Espaco recomendado para coelhos paros caes prirnaras
nao-humanos e passaros
Au~ima~sPeso kg~ Area do piso/Amma peS'6 Altura~ poR
Coelhos <2 1 5 14
Arc 4 3 0 14
Ar6 5 4 4 0 14
'5 4' 25 0 14
Garos <4 3 0 24
>4 24 0 24
Caes' < 15 8 0
Ate 30 12 0
>30 224 0
I'rUnarasr ~
(h~cluiado babulans)
Gn~po I Are 1 1 6 20
Grupo 2 At6 3 3 0 30
Grupo 3 Ar6 10 4 3 30
Grupo 4 At6 15 6'a 32
Grupo 5 Are 25 8 0 36
Gn~po 6 Are 30 10 0 46
Grupo 7 >30' 15 0 46
Grandes Prunaras
(Poagidae)6
Grupo I Ate 20 1() 0 S5
Grupo 2 Are 35 15 0 60
Grupo 3 >30' 25 0 84
Pombosi C 0 8
Crdornasi C 0 25
Galiahasi <0 25 0 25
Ate 0 5 a~s()
Ar6 1 5 1 00
Ate30 200
_ >3U' 2300 _ -
Para converrer quilogramas em libras nuiriplicar por 2 2
~ I'ara converrer pcs quadrados em metros quadrados muiripEcar por 0 09
'Do piso da gaiola ao topo da gaiola
~Para a~avcrrer polegadas em ceatiraetros muiriplicar por 2 54
'Aaimais maiores podem exigir mais espaso para satisfazer os modelos cle desempeaho (ver
t~xto).
FEsras recomendaq6es podem exigir modificaq6es de acordo com a esrrututa fisica especifica
de cada anima e da rasa Alguns caes especia meate aqueles pt6ximos do lUnire superior de
- ~
D
cada classe de peso, podem exigir espaco ad~cional para garantir a conformidade com os
regulamentos do Animal Welfare Act" Estes regu amemt s (CFR, 1985) determinam que
a a tura de cada gaiola seja suficiente para permitir ao ocupante ficar em pe numa "posiq50
confortavel" e que o minimo quadrado de espaco do piso seja igual ao quadrado da soma do
comprimenm do c50 em polegadas (medido da ponra do focinho a base da cauda) mals 6
polegadas, c o produm dividido por 144.
CCallirrichidae, Cebidae, Cercopirhecidae c Pepio. Os babuinos podem precisar de mais
alrura que ounos macacos.
~ Para algumas especies (por exemplo, Brarhytela, Hylohates, Symphaiangtss, Pongo e Pan), a
alrura da gaiola deve ser tal que um anima possa, quando compleramente estendido,
ba ancar do teto da gaiola sem que seus pes toquem o piso. O desenho do reto da galola deve
acenmar os movimenros de braquiac50
' G ran des primaras pesando mals de 5 0 kg s50 m als efici enrememe al ol ados em hrsta aciies
permanentes de a venatia, concreto e estrumra de paineis de arame do que a ojados em
guolas convencionals.
iA almra das galolas deve ser suficiente para que os animals fiquem etetos com seus pes no
piso.
2 - Amblentes, Condifoes de Alojamento e Manejo de Animais - 37
A Tabela 2.3 recomenda a distribul,cao de espaco para animals de
fazenda mais comumente usados num ambiente de laboratbrlo. Quando
os an i mals, aloj ado s l ndlvi dual m en te o u em grupo s , tiverem exced ldo
os pesos da tabela, pode haver necessldade de mais espaco. Se forem
alojados em grupo, sera preclso provldenclar o acesso a agua e um espa$o
adequado para o comedouro (Larson e Hegg, 1976; Midwest Plan Service,
1987).
Temperatura e Umidade
Para o bem-estar dos homeotermlcos, e necessarlo manter a
temperatura corporal dentro dos parametros normals. Geralmente, a
exposifao de animals nao adaptados a temperaturas acima de 29,41 C
(85 F) ou abalxo de 4,4 C (40 F), sem acesso a abrigos ou a outros
mecanlsmos de protecao, pode produzlr efeltos clLnlcos (Gordon, 1990)
que podem oferecer rlsco de vlda. Ha de se ressalvar que os animals
podem se adaptar a extremos por meio de mecanlsmos comportamentals,
fisiol6glcos e morfol6glcos, mas tal adaptacao requer tempo e pode alterat
os resultados do protocolo, ou, de outro modo, afetar o desempenho dos
animals (Garrard et al., 1974; Gordon, 1993; Pennyculck, 19G7).
A temperatura amblente e a umldade relatlva dependem do manqo
e do desenho do alojamento e podem dlferlr conslderavelmm~tc enne
recintos primarios e secundarios.
64 - Mammal sobre Cuidados e Usos de Animais de Laborathno
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